Expectativa x realidade
As aplicações com drones possuem particularidades que as diferenciam, por exemplo, de aplicações terrestres; conhecer o sistema e os aparelhos é fundamental para que os operadores atuem com maior qualidade e segurança.
Desde 2018, os drones vêm ganhando os céus do mercado de pulverização do Brasil, com um avanço exponencial na sua utilização e intenso aprimoramento da tecnologia. No início, devido à reduzida capacidade de carga
e ao alto custo, os drones ficavam restritos às aplicações em áreas de difícil acesso para outros tipos de pulverizadores, como em regiões montanhosas, talhões de arroz irrigado e áreas muito recortadas. Em pouco tempo, os drones também se popularizaram nas aplicações localizadas de herbicidas em cana-de-açúcar, pastagens e florestas.
Com a evolução da tecnologia e o aumento da capacidade de carga, culturas como a soja e o milho também passaram a utilizar os drones, tanto para tarefas menores — as bordaduras e as áreas de pivô, por exemplo — quanto para atividades complementares às aplicações convencionais (quando o solo está molhado ou quando a logística da aplicação se torna mais difícil para os outros tipos de pulverizadores).
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